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O uso de tecnologias poderá permitir à escola uma participação mais efetiva com a comunidade, e aqui podemos entender por comunidade não só os pais, mas também todos aqueles que não usufruem diretamente dos serviços escolares, como a população moradora local. Poderá permitir também que diferentes grupos, pessoas, e instituições façam leituras e interpretações diversas sobre os fenômenos educativos, o que enriquece os debates e a prática educativa, como, por exemplo, as questões de cidadania, responsabilidade social e cooperação que são conceitos que começam a fazer parte dessas discussões. Isto contribuirá para o processo de democratização, uma vez que cada segmento que participa do debate – seja empresa, comunidade de pais ou moradores dos arredores das escolas – interprete os novos sentidos (e crie outros) da instituição escolar.
Argumentamos que a reconceitualização de um modelo de gestão educacional pressupõe a construção de uma metodologia de definição das demandas, a partir de estudos sobre os cenários do desenvolvimento social e econômico em cada região. Exige também uma atitude de organizar a assimilação produtiva de um conjunto de instrumentos que as novas tecnologias poderão oferecer.
A sociedade do conhecimento em que vivemos nos proporciona os meios técnicos e materiais para que possamos chamar a sociedade a participar diretamente da implementação da política pública. Renunciar a isso é optar pelas formas arcaicas, centralizadas e autoritárias de governar baseadas na ação direta e unilateral do ente público central.
Conclui-se, portanto, que informação e conhecimento são mais do que simples vantagens que põem alguns povos à frente de outros: são instrumentos de poder, que afetam não só a convivência de estados e as relações entre governos, mas também definem o presente e condicionam o futuro de bilhões de pessoas em todo o mundo.
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