domingo, 30 de março de 2014

Uso do celular na escola (Polêmico, mas necessário)

Coordenadora EM: Ivana




Uso do celular de Forma Pedagógica


Justificativa:

O nosso aluno não é um imigrante digital, pois já nasce inserido no contexto midiático e se utiliza desses recursos para a sua interação social. Os textos, imagens e sons tornam-se disponíveis à medida que o usuário percorre as ligações existentes entre eles e os utiliza no cotidiano, portanto se a maior parte do tempo escolar, os nossos alunos passam na escola, como vão desassociar esses recursos de sua vida acadêmica?

“De acordo com a Lei aprovada pelo governador de SP José Serra (Lei nº132/07), que proíbe o celular em sala de aula, essa mesma Lei não prevê o seu uso como um suporte pedagógico. Mas independente de Lei, propomos o uso do celular como de forma dirigida pelo professor, como um suporte pedagógico que sirva de ponte, de encontro entre produções textuais diferentes e que propicie o fim das rígidas fronteiras entre os textos.  O uso do celular programado pode ser um facilitador da leitura/navegação e convida o leitor a construir ativamente seu próprio percurso pelos signos e hipertexto.”     ( Elizena Cortez é uma das oficineiras do seminário em Campinas sobre o uso do celular na sala de aula)

Objetivo Geral: 
Querendo ou não, o celular está na escola e nas mochilas dos alunos de diferentes classes sociais. Mas ele pode continuar a ser usado clandestinamente e de maneira não construtiva, ou ser apropriado nos planos de aula de forma emancipadora.


Objetivo Específico:
         Usar um aparelho telefônico móvel, normalmente repudiado no meio escolar, como um aliado do processo educativo. Queremos estimular a criatividade, a experimentação e a apropriação das novas tecnologias na escola.


Desenvolvimento: 
1-    Grupos de estudo são formados através do WhatsApp e audioaulas ou melhor postcard são enviados aos alunos.

2-    Uso dos porquês
3-    Mal/Mau
4-    Substantivo
5-    Crase
6-    Ortografia – Revisão ortográfica (Nova Ortografia)
7-    Colocação Pronominal
8-    Concordância Nominal
9-    Masculino/Feminino
10-                      Verbo

2- Links sobre Vestibulares, ENEM, SISU, PROUNI, Simulados etc. também serão enviados pelo WatsApp

Aspiramos também, ao uso do celular nos processos de comunicação em rede e em novas formas de convivência democrática e solidária. Os celulares são equipamentos cheios de possibilidades, e vão gerar muitas mudanças nas escolas e nas relações entre as pessoas.




Alguns dos grupos no WhatsApp:



SABÃO FEITO EM CASA OU MELHOR, NA ESCOLA

PROFESSORA ALINE - BIOLOGIA

ALUNOS: 1º ANO DO EM - INFORMÁTICA - PARCERIA FÁBIO JUNQUEIRA/ IFSP



Este conteúdo é ideal para a aplicação do conceito de Bases, que é toda substância que, em solução aquosa, libera o ânion OH-. Através de uma receita de sabão é possível incorporar a aula e permitir uma melhor visualização das reações químicas envolvidas no processo de produção do sabão. 



As cinzas que se obtêm da madeira contém substâncias alcalinas que são solúveis em água, e é justamente essa matéria-prima que fazia parte da composição dos primeiros sabões. Os primeiros registros de um material semelhante ao sabão datam do ano de 2800 a.C. e surgiram na antiga região da Babilônia, eram produzidos com gordura animal e cinza de madeira.




RECEITA

Saiba o passo-a-passo de como preparar sabão com óleo usado:
Primeiro separe os ingredientes:

- 500ml de água
- 1 litro de óleo de cozinha (coado).
- 250g de soda cáustica
- Detergente e sabão em pó (a critério)

Modo de preparo:

Coloque a água para ferver a aproximadamente 70º Celsius. Antes de levantar fervura, retire do fogo e adicione a água à soda cáustica (mas mantenha distância e cuidado, pois podem ocorrer pequenas explosões de gases nessa fase do processo). Depois de misturados, os dois ingredientes, espere, sempre mexendo, até que a soda derreta. Depois de dissolvida, adicione o óleo de cozinha usado (deve estar coado – com esponja de aço ou peneira bem fina – para que não sobre nenhum resíduo). Continue mexendo até a mistura ficar homogênea e um pouco mais grossa.
Durante o preparo, se preferir, pode acrescentar um pouco de sabão em pó, que ajuda a formar espuma, e sabão líquido, que deixa cheiroso e mais macio. Outra opção, segundo a engenheira Josenildes, é acrescentar também anilina, para dar coloração ao sabão.
A agitação do líquido deve ser feita entre 30 e 45 minutos, até que a mistura esteja um pouco mais grossa. Depois de pronto, despeje o produto em qualquer assadeira que tenha em casa e que esteja forrada com saco plástico. Leve para o sol e espere secar. Ele fica consistente em torno de dois dias. Aguarde mais 10 dias para utilizá-lo.


Cuidados

Segundo Josenildes, dois cuidados importantes devem ser tomados no preparo do sabão. O primeiro é na mistura dos ingredientes, que deve ser feita em vasilha plástica. E para mexer os ingredientes não pode ser utilizada colher de metal, e sim de madeira. Não se pode usar nada de metal em nenhum momento do processo, pois ele pode reagir com a soda cáustica, de acordo com a engenheira.


sábado, 29 de março de 2014

Leitura e Letramento

Professora:  Raquel  Língua Portuguesa


                                                           3º Anos do Ensino Médio


"A Leitura e seus Seguidores"

Fábula
Linguagem
Literatura


Branca de Neve


Shrek


João e Maria



Sítio do Pica Pau Amarelo


O Ratinho

domingo, 23 de março de 2014

ALUNO BRILHANTE

                              PROFESSORA ROSIMAR - História


Monitoria, uma prática cooperativa
De colega para colega...

O aluno Eduardo Caramori do 9º C, sob a orientação da Professora Rosimar mobilizou o debate “Terra de grandes impérios” no 6º ano B.

É relevante ressaltar que o aprender não se resumiu apenas aos conteúdos relativos a fatos e conceitos, mas a docência na monitoria, envolvendo conteúdos procedimentais e até experimentos ilustrativos.






sábado, 22 de março de 2014

AULA DE ARTE

PROFESSOR MÁRCIO GUERRA

OBRA: ABAPORU, DE TARSILA DO AMARAL EM ALTO RELEVO

 AULA ADAPTADA PARA DEFICIENTE VISUAL.






ATPC





AULAS DE AMY
O conteúdo dos currículos escolares é esquizofrênico; não por acaso o índice de retenção é de apenas 6,7%. "REZEI UM TERÇO para achar um meio para te levar para um quarto." Essa frase, de para-choques de caminhão, demonstra como frações matemáticas podem ser vistas por outro ângulo. O mesmo vale para o currículo das escolas.

Desenhei um curso de forma que se pudesse entender como jogar fora o currículo que se usa hoje: o projeto "Aulas de Amy". A ideia é fazer alunos (digamos, do ensino médio) darem conta de todos os parâmetros curriculares de uma forma moderna.

O curso Amy duraria um bimestre e seria formado por 16 aulas. Para várias delas, seriam convidados, de fora da escola, mestres em algum ofício. Seja um músico, um cabeleireiro ou um médico.

A primeira aula seria como o "CSI" - o seriado da TV. Seria feito com os alunos um roteiro que mostrasse como se trata um cadáver antes da autópsia. Que cuidados precisam ser tomados no local, o que é rigor mortis e como se estima a hora da morte. O aluno aprenderia o que é o formol e por que a impressão digital é singular. Haveria muita química nesse módulo.

Aula dois: "No, No, No". Ouvindo "Rehab", todos batem palmas juntos até descobrirem o que é um compasso de 4/4 ou 12/8. Olham notas musicais e entendem por que nenhum músico é bom se não for matemático. Percebem que colcheias e semínimas são frações ideais. Investigam por que a música-padrão tem três minutos, como se calculam direitos autorais, a função do suborno na rádio e os efeitos da pirataria.

Fazem-se cálculos de quanto ganha um astro. Muita matemática, enfim.
Aula três: "Tóchico". Que componentes estão na cocaína, o que ocorre na ressaca, por que a maconha é proibida, como a cirrose altera o fígado, quanto ganha uma mula de drogas e se é vital corromper a polícia para conseguir distribuir drogas.

Um monte de biologia, um pouco de matemática, um quê de civismo.
Assim vai -acho que ficou evidente. Hoje, o conteúdo é esquizofrênico: de uma aula de história medieval passa-se a uma de trigonometria 2, seguida de uma sobre a tabela periódica e depois a divisão da ameba. E acha-se que alguém no mundo é capaz de juntar isso tudo.

Não é por acaso que o índice de retenção de conteúdo é de 6,7%, tornando o currículo que usamos uma das ferramentas mais burras da humanidade. A Amy, sozinha, ainda permite falar de penteados na história, entender por que certas religiões não aceitam a cremação ou se o blues é reino de músicos negros. Cabe rever as letras e cotejá-las com literatura de cordel, poesia concreta e hip-hop.

Não tem limites, enfim.
Deve haver um meio de mandarmos o currículo atual, do tempo do "nonno", para o cesto da história, para os quintos dos infernos!
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                                                       TEXTO PARA REFLEXÃO





E. E. FÁBIO JUNQUEIRA FRANCO
 “Avançaremos mais se aprendermos a equilibrar planejamento e criatividade, organização e adaptação a cada situação, a aceitar os imprevistos, a gerenciar o que podemos prever e a incorporar o novo, o inesperado. Planejamento aberto, que prevê, que está pronto para mudanças, sugestões, adaptações”                José Manuel Moran

Autoavaliação e reflexão na escola
O que o professor pensa sobre o ensino determina o que o professor faz quando ensina.

- O que acredito que sei fazer bem como professor?
Cativar, organizar, motivar, promover eventos, vender ideias, dominar a sala, relacionar com alunos, ouvir os alunos, diversificar conteúdos, interagir, dinamizar, criar, mediar conflitos, inovar (recursos tecnológicos), implementar, flexibilizar e mediar diferenças, planejar, diferenciar metodologias e utilizar de estratégias, interdisciplinaridade, conciliar, tolerar, explicar bem conteúdos, fazer amizade, relevar, conhecer o outro, criar mecanismos para aprender, sinceridade, comprometimento, responsabilidade, fortalecimento de identidade cultural, (articular) boa expressão cultural, utilizar os recursos didáticos, demonstrar habilidades e competências aos alunos, orientadora, argumentar, envolver, instigar o aluno para a pesquisa, utilização e aproveitamento do espaço físico, respeitar o próximo, preparar para a vida acadêmica e cotidiano, manter a disciplina, contextualizar os conteúdos, instigar a curiosidade, visão de mundo, valorização das experiências que eles trazem (bagagem).

- O que aprendi recentemente como professor?
Ser mais paciente com alunos, utilizar os recursos tecnológicos, saber ouvir mais o aluno, respeitar o ritmo de aprendizado de cada um, aprendeu a transferir os problemas e a criar laços de amizade, ser tolerante e afetiva, enxergar o aluno com mais profundidade, visualizar as deficiências e necessidades dos alunos, ser mais flexível, acreditar em soluções imediatas, desacelerar, dar significado e sentido aos conteúdos (contextualizar), impor e maleável com as diferenças, aprender a se colocar no lugar dom outro, aprender a compreender de que tem limites e de que as pessoas também têm limites, relevar as imposições, aprender a elaborar a rotina de trabalho dos alunos, a planejar e replanejar, lhe dar melhor com as críticas, dominar os ímpetos, aprendeu a utilizar de recursos por meio de desafios (EMAI, olimpíadas, desafios), sala temática, desenvolver projetos, a propor desafios, valorizar coisas simples, aproximação pessoal, adaptar os projetos de acordo com a faixa etária, do jeito que está pior não pode ficar (não se desespere!), a não ser cúmplice e a arrancar as máscaras, aprender a importância de ensinar e aprender com os alunos (troca de saberes), necessidade de se fazer diagnostico com os níveis de aprendizagem e dificuldades dos alunos.

- O que gostaria de aprender como professor?
Aprender a ler um texto por dia, a aceitar as diferenças, exercitar a prática dos recursos tecnológicos, métodos de alfabetização, intervenção gramatical contextualizada, filtrar os saberes (metodologias, estratégias, métodos), necessidade de aprender as competências e habilidades (elaboração de conteúdo e atividades/ verbos de ação, níveis de aprendizagem), elaborar atividades e a tratar com alunos de habilidades especiais.

- O que devo fazer para aprender isso?
Organizar grupos de estudo por área, trocar experiências, receber e buscar orientações dos palestrantes da área, participar de capacitações...
Referência:ALTHAUS, M. Gestão de aula universitária. Técnicas de Ensino. http://www.uepg.br/prograd/semanapedagogica/T%C3%A9cnicas%20Ensino%20Maiza%20M%20 Althaus.pdf





terça-feira, 18 de março de 2014

SALA DE LEITURA 2013/2014

A sala de leitura é parceira em todos os projetos da escola, inclusive com o PROEMI - Leitura e Letramento.